História da Fabi

1) Como tudo começou?
Minha história com o desprograme começou despretensiosa...

Lembro de muita insistência do meu namorado para fazermos o curso juntos, depois de algumas discussões, aceitei acompanhá-lo.

Me apaixonei na primeira aula, nunca me imaginei fazendo um curso dentro dessa área por achar complicado demais... no final acabei me empolgando mais que ele. Fora que conheci pessoas incríveis!

2) Qual foi a motivação para a criação do projeto?
A meta do curso era criarmos um site para apresentar em seu encerramento e eu gostei bastante da experiência, criei um site baseado na empresa que trabalho, dentro de um tema de Wordpress proposto pela professora, algo mais institucional.

3) Como o DESPROGRAME impactou no projeto?
Trabalho no seguimento acessórios para instrumentos musicais e a crise acabou nos impulsionando à alcançar outros patamares de vendas, fomos inseridos ao mundo da exportação e às vendas no varejo.

Acompanhei toda a mudança interna da empresa bem como os processos burocráticos e o curso foi algo primordial, pois tivemos alguns problemas na contratação de mão de obra para criação do site, eu acabei sendo peça chave nesse momento.

Mostrei meu trabalho do curso e tive uma conversa muito boa com meu chefe sobre o que havia aprendido, com isso passei a monitorar os passos desses prestadores de serviço usando o conhecimento que obtive em aula, evitando assim sermos "enrolados". Contratamos uma empresa muito boa e através dessas aulas hoje tenho noção sobre programação, o que me auxilia à realizar ajustes sem depender deles o tempo todo.

Passei de vendedora regional para responsável pelas vendas online, além de ter um projeto de independência financeira abrindo meu próprio negócio, tudo graças ao Desprograme.

História da Karina e Seu Pai - Soul de Peruíbe

1) Quem são os idealizadores do projeto Soul Peruíbe?
O projeto é familiar. Ele foi idealizado por um pai e uma filha, que são apaixonados por Peruíbe. José de Matos (professor de artes aposentado, 66 anos), ou Zé de Matos como é popularmente conhecido pelos amigos, e Karina Martins (29 anos, publicitária).
2) Como surgiu a ideia?
A idéia surgiu de Karina, que há pouco tempo vinha ensinando seu pai Zé de Matos a utilizar as mídias sociais.

Por ver que seu pai estava cada vez mais envolvido com o Instagram e que as fotos em que ele postava no seu pessoal tinham uma receptividade legal entre seus amigos, Karina achou interessante unir esta paixão familiar pela cidade e transformar em algo que colaborasse com Peruíbe, que fosse como um projeto social para a cidade, sem fins ou ideologias políticas. Foi assim que surgiu o Soul Peruíbe.

O projeto que começou timidamente em fevereiro de 2016 apenas com o Instagram, mas ao vermos a boa receptividade do público em relação aos conteúdos, pensamos em expandirmos nossa atuação também para o Facebook, no objetivo de atingirmos um alcance maior de público.

Porém, com as mídias sociais atraindo um alto número de seguidores, surgiu uma nova necessidade, a criação de um site. E foi aí que entrou o DESPROGRAME e fez toda a diferença no projeto.
3) Como o DESPROGRAME impactou no projeto?
O público do projeto sempre foi muito interessado em conteúdos que se aprofundassem mais nos temas e o site era o recurso que faltava para complementar a experiência.

Em julho, Karina participou da primeira turma do curso e lá aprendeu sobre a plataforma wordpress e como poderia utilizar este recurso à favor do Soul Peruíbe.

Com apenas algumas aulas, consultorias em sala e auxílio dos professores e colegas, Karina conseguiu desenvolver o site por completo, com até mais recursos do que imaginava no início.

O que era para ser um site básico, acabou meio que virando um portal sobre a cidade, onde são postados conteúdos dos mais diversos temas com frequência, tendo se tornado um site de referência na cidade para moradores e turistas.

Apesar de ser antenada com a tecnologia, Karina nunca havia desenvolvido um site e o curso foi essencial para a realização do site.
4) Qual foi a motivação para a criação do projeto?
O Soul em inglês significa alma. E é esse o principal objetivo do projeto, mostrar a alma de Peruíbe, por meio de conteúdos e fotografias, sempre valorizando todo o potencial da cidade, valorizando tudo de bom que a cidade oferece à seus moradores e turistas.

O que nos motiva diariamente a continuarmos com o projeto é vermos essa receptividade do público. Temos recebido inúmeras mensagens de moradores e turistas da cidade, pessoas que estão acompanhando de perto nosso projeto e sempre nos incentivam a continuarmos, seja enviando fotos para postarmos, ou até com mensagens com depoimentos pessoais dizendo que estão gostando do projeto, nos incentivando a seguirmos em frente com o Soul Peruíbe.
5) Vocês acreditam que o Soul Peruíbe contribui para o resgate da autoestima do peruibense?
Sim. Acreditamos que isso eleve a auto estima dos moradores da cidade. Na verdade quando escolhemos nosso nome foi baseado na ideia de ter duplo sentido, pois sua tradução em inglês remete à alma, mas sua pronúncia tem muito a ver com a questão de valorização, de dizer que você é de Peruíbe.

Queremos resgatar esse orgulho dos moradores em dizerem que são de Peruíbe e com isso, também auxiliarmos a cidade no quesito de turismo, para que a mesma consiga atrair o interesse de quem não a conhece e fomentarmos o turismo e economia da cidade.
6) Como foi a receptividade dos munícipes e veraneios diante do projeto?
Nunca imaginávamos recebermos um feedback tão positivo quanto o que estamos tendo.

Temos recebido uma receptividade muito além do esperado. Está sendo uma experiência incrível. Tantos moradores, quanto turistas estão engajados com nosso projeto.

O retorno está tão bacana, que estamos pensando até em abrirmos o Soul Peruíbe para mais pessoas, transformarmos voluntários em embaixadores do Soul Peruíbe, para desta forma termos mais pessoas colaborando internamente com a realização do projeto e que desta forma ele cresça ainda mais.
7) Como está a repercussão do projeto?
O site auxiliou muito no engajamento do público com nosso projeto. Com pouco mais de 2 meses em que o site está no ar, temos uma média de 13 mil acessos mensais, número relativamente alto para uma cidade de aproximadamente 60 mil habitantes.

Tivemos conteúdos que publicamos no site que ao compartilharmos nas mídias sociais, deram um alcance de mais de 54 mil pessoas.

Com o site, agora estamos oferecendo soluções de marketing para as empresas, no objetivo de podemos dar continuidade ao projeto.
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